Compliance: mais valor, menos riscos

Compliance
28 jul 2016

As instituições financeiras tem enfrentado cada vez mais complexidade para atender as exigências do Banco Central e dos órgãos reguladores, cenário que faz do compliance alvo crítico e de atenção dessas instituições.

Afinal, qualquer falha de conformidade pode resultar em processos judiciais, sanções financeiras, e danos capazes de afetar a reputação dessas organizações e até mesmo inviabilizar um negócio. Ao mesmo tempo, a operação de gestão de riscos não pode prejudicar o atendimento aos clientes, tampouco a eficiência dos processos operacionais da instituição.

E como responder a esses desafios? A resposta está na tecnologia, fator chave para que as instituições tenham a capacidade de gerenciar ameaças e ao mesmo tempo garantir a eficiência de seus processos.

Segundo estudo da Accenture, realizado com mais 150 executivos de compliance de empresas de serviços bancários, a melhoria dos sistemas e a adoção de novas ferramentas de tecnologia serão a mudança mais importante que a função de compliance terá de enfrentar nos próximo anos, se quiser gerenciar os riscos de forma eficaz.

E se engana quem pensa que investir em uma solução de compliance significa apenas custos. De acordo com estudo da PricewaterhouseCoopers feito com executivos de instituições financeiras de países da Europa, Ásia, Oceania e América do Norte, onde a visão do papel e da estrutura de compliance está claramente disseminada, 78% dos entrevistados acreditam que o compliance agrega valor aos negócios.

E são muitas as vantagens trazidas pelo compliance  e comprovadas na pesquisa, como qualidade e velocidade das interpretações regulatórias e políticas de compliance, melhoria no relacionamento com reguladores, acionistas e clientes, decisões em conformidade, disseminação de padrões éticos, identificação de não conformidades, entre outros.

Mas, para alcançar essas vantagens, é preciso ter ferramentas de monitoramento precisas e de identificação imediata, que atendam aos preceitos de PLD (prevenção à lavagem de dinheiro) e CFT (combate ao financiamento do terrorismo), bem como ‘Know Your Customer’ (KYC), ‘Know Your Employees’ (KYE), ‘Know Your Providers’(KYP) e ‘Know Your Transactions’ (KYT), além de todas as regras relacionadas a prevenção à lavagem de dinheiro e ao combate ao financiamento do terrorismo.

Lembre-se: a reputação de uma marca pode custar todo um negócio. Portanto esteja em compliance, ganhe em performance e mitigue os seus riscos.

 *Por Solange Ducceschi, Commercial Manager da Tree Solution

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Senha alterada em 29/11/17 por Solange Ducceschi

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