As PMEs precisarão se adequar ao Open Banking

As PMEs precisarão se adequar ao Open Banking
18 set 2019

 

Uma pesquisa divulgada pela KPMG indica que a maior parte das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) mundialmente precisarão se adequar aos serviços de open banking.

Cerca de 47% informaram que não se sentem confortáveis para se engajarem com essa prática e 25% afirmam que não compartilharão dados com outros provedores financeiros sob nenhuma hipótese.

A pesquisa “Is open banking open for business?” (O open banking está aberto aos negócios?) ouviu 1 mil organizações com volume de negócios de até £ 7 milhões no Reino Unido.

O open banking representa o futuro das transações bancárias, ampliando significativamente as possibilidades de negócios e esse conceito está revolucionando o setor, criando novas oportunidades e transformando o modelo de negócios das entidades dedicadas ao setor financeiro.

Os analistas da KPMG acreditam que o cenário brasileiro deve passar por transformação significativa com a possível regulação em curso. Eles afirmam que o Banco Central do Brasil caminha no sentido da regulamentação dessa prática, quando haverá uma nova onda de transformação, comparável com a introdução do Sistema Brasileiro de Pagamentos ou da criação da Indústria de Fundos de Investimentos. Essa nova onda colocará ainda mais poder nas mãos dos consumidores.

Outro insumo que a pesquisa trouxe é que, embora o open banking não contemple a todos, 30% das pequenas e médias empresas – em sua maioria aquelas de alto crescimento e focadas em tecnologia ou serviços financeiros, são mais propensas aos objetivos do open banking.

A promessa do open banking é que o compartilhamento de dados permitirá um maior entendimento das necessidades dos clientes, incentivando a concorrência e contribuindo para a oferta de melhores produtos do setor bancário, elevando a experiência do usuário

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